" Não demora muito a chegar a primeira das muitas traições de que seria acusado no futuro: foi falar com Pedroto e convidou-o para treinador do FC Porto. O problema é que Pedroto era na altura técnico do Boavista, e a contratação faz-se em segredo e à revelia de Pinto de Sousa, amigo íntimo do dirigente dragão. O axadrezado perdoa a desfeita e os dois até fazem um acordo de não agressão para o futuro. Pinto de Sousa fica descansado. A razão é óbvia e é dita pelo próprio Pinto da Costa na sua biografia quando fala de Pinto de Sousa: “Meu amigo de infância e homem de invulgar carácter”.
O descanso do boavisteiro revela-se fatal. "
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